"Ô sentimentos que não saem de mim
Parecem agarrados nos meus tecidos
Segurando-os fortemente
Fazendo aterrorizantes ruídos
Já tentei arrancálos
Mas continuam a permanecer
Arranhando-me internamente
Se quer deixando transparecer
Ouço eco em meus tímpanos
Do sentimento que perfura a alma
Aguda como um risco ríspido
Soando quele som infinito...
A ferida não vai embora
Permanece atrofiada
Escondida, sem que eu possa mudá-la
Ou até mesmo arrancá-la
Simplismente sentimento permanece
O de costume? Não aparece
Limitandando meus apelos
Como de um corte de cabelo...
Quero que o sol apareça
Que o calor me aqueça
Que a briza me tranqulize
Que a luz me ilumine
E que a negra núvem desapareça."
domingo, 3 de outubro de 2010
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Quem sou eu
- Claudine Devicari
- Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brazil
- É claro que eu não sou a melhor pessoa do mundo, mas também não sou a pior. Defendo minhas opiniões, defendo tudo que é meu. Sou extremamente do clube dos intensos, ou é ou não é. Escrever pra mim é uma forma de eu rir, de eu chorar, é uma forma de expressão. Sou autêntica e dedicada. E para mim o que vale é ser feliz e aproveitar os momentos em que este belo universo nos proporciona, pois se estamos aqui é porque somos alguém e temos nossa missão. "Metamórfica como a lua. Enigmática como o espaço sideral. Extremista como os sentimentos. Vivendo em busca da felicidade constante, sem sofrimentos."
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