Num dia lindo, ensolarado e não tão frio, lendo um depoimento de uma amiga distante, a saudade bate sobre mim.
Nós vivemos e quase nunca percebemos quão bom são os momementos que passamos. Simplismente vivemos, mas não com tanta intensidade quando devíamos viver, o tempo passa, e parada hoje, percebo o quanto fui feliz, o quanto tive amigos que foram e são extremamente importantes pra mim. Há quem diga que com o passar do tempo, algumas pessoas distantes acam passando despercebidas de nossas vidas, mas por incrível que pareça isto nunca aconteceu comigo e creio que nunca vá acontecer. Quando falo com minhas amigas é como se o tempo não tivesse passado, e como se eu não tivesse a muitos e muitos km de distância. Elas continuam sendo únicas pra mim, lindas, maravilhosas, especiais. Continuo amando-as com a mais profunda intensidade do meu sentimento.
Hoje quando recebi uma notícia um pouco lamentável de uma delas, fiquei triste é claro, mas ao mesmo tempo fiquei tão agradecida por ela lembrar de mim e nessas situações me colocar em primeiro lugar e vir correndo me contar. São estas as pesssoas que fazem a diferença na vida de alguém. AMIGAS, ó amigas. Amigas que te amam, amigas que são leais, amigas da dor, amigas das loucuras, amigas da fidelidade, amigas sinceras, amigas que te dão um abraço quando tu chora, amigas que estão sempre perto de ti, mesmo longe, amigas que te priorizam e te valorizam, mesmo com teus maiores defeitos...
Gurias, se alguma de vocês estiverem lendo isso, quero agradece-las em conjunto. Por todos os momentos que passei juntas de vocês, por tudo que fizeram por mim, por todos os segredos que confiaram em mim para contar-me, por todas as consideração, por cada sorriso, cada palavra, cada gesto, cada ato de carinho, cada abraço e cada beijo. A cada uma de vocês, meu muito obrigado, e nunca esqueçam que eu vo ta sempre perto de vocês e vocês perto de mim, seja perto ou seja longe. Nunca ninguém vai poder substituir o lugar que cada uma tem dentro do meu coração. Vocês são especiais e únicas, vocês são meus amores e eu amo vocês!
sábado, 5 de junho de 2010
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Que se exploda
Ontem eu tava escrevendo um texto sobre as mães, um texto o queal eu agradecia a minha e falava o quanto eu tava bem com elas nos ultimos tempos.
Até hoje. Sabe, to literalmente cansada. O tempo passa, eu creço, minha mente cresce, meu desejos mudam, minha vida muda. E a minha mãe simplismente não percebe ou IGNORA isso. Poxa, sempre procurei ser uma boa filha, sempre me esforcei no colégio, nunca bebi, nunca fumei, poucas vezes menti, sempre procuro estar junto dela e do meu pai, até na academia vou com ela. To sempre em casa, sempre conto tudo, e ela não procura entender que o tempo anda e eu também quero minha independencia e um aumento da minha liberdade.
Desde que eu tenho 11 anos eu tenho que sair de casa com hora pra voltar, com mil avisos e recomendações. Será que já não esta na hora de mudar isso? Chega da meia noite, CHEGA! To com quase 16 anos na cara. Minhas amigas tão morando sozinhas, dormem na casa dos namorados, não saem de casa com hora marcada, vivem independentes, e por que eu preciso ser a ÚNICA presa e imbernada dentro de casa?
Faz mais de um mes que eu nao saio, e nunca reclamo disso. Mas justamente quando eu peço uma única coisa eu levo um chute na cara e isso nã é merecente pra mim.
Penso que as mães dão mais valores aqueles filhos que fazem tudo errado, porque pelo menos quando fazem algo de bom são valorizados. Eu nunca sou valorizada. Nunca ninguém me da os parabéns pelas coisas que faço. Nunca ninguém valoriza meu esforço e meu sentimento.
Sempre sou a pior, mesmo fazendo tudo pra ser uma pessoa do bem.
Quando acontece as "cagadas" dos adolescentes os pais não sabem porque. A única vez que eu fiz uma cagada minha mãe teve a capacidade de dizer: "Mas porque vocês não pediram?" Ahh faça-me o favor. Quando tu pede tu é extremamente ignorada, rejeitada, e não ouvida e nem entendida. Ninguém quer saber.
Dá uma revolta, dá vontade de sair por aí e nunca mais voltar, vontade de ser aquelas filhas revoltadas, que simplismente não pedem, COMUNICAM. Que simplismente não se importam e nem querem nada.
Cansei, cansei de ser ingênua, comportada, estudiosa, responsável, sincera. Cansei de ser filha exemplar e nunca receber alguma retribuição por isso, cansei sempre de me preocupar com os outros e ngm se preocupar comigo, cansei de ser a filha que entende tudo, e ninguém procurar me entender! CANSEI
Até hoje. Sabe, to literalmente cansada. O tempo passa, eu creço, minha mente cresce, meu desejos mudam, minha vida muda. E a minha mãe simplismente não percebe ou IGNORA isso. Poxa, sempre procurei ser uma boa filha, sempre me esforcei no colégio, nunca bebi, nunca fumei, poucas vezes menti, sempre procuro estar junto dela e do meu pai, até na academia vou com ela. To sempre em casa, sempre conto tudo, e ela não procura entender que o tempo anda e eu também quero minha independencia e um aumento da minha liberdade.
Desde que eu tenho 11 anos eu tenho que sair de casa com hora pra voltar, com mil avisos e recomendações. Será que já não esta na hora de mudar isso? Chega da meia noite, CHEGA! To com quase 16 anos na cara. Minhas amigas tão morando sozinhas, dormem na casa dos namorados, não saem de casa com hora marcada, vivem independentes, e por que eu preciso ser a ÚNICA presa e imbernada dentro de casa?
Faz mais de um mes que eu nao saio, e nunca reclamo disso. Mas justamente quando eu peço uma única coisa eu levo um chute na cara e isso nã é merecente pra mim.
Penso que as mães dão mais valores aqueles filhos que fazem tudo errado, porque pelo menos quando fazem algo de bom são valorizados. Eu nunca sou valorizada. Nunca ninguém me da os parabéns pelas coisas que faço. Nunca ninguém valoriza meu esforço e meu sentimento.
Sempre sou a pior, mesmo fazendo tudo pra ser uma pessoa do bem.
Quando acontece as "cagadas" dos adolescentes os pais não sabem porque. A única vez que eu fiz uma cagada minha mãe teve a capacidade de dizer: "Mas porque vocês não pediram?" Ahh faça-me o favor. Quando tu pede tu é extremamente ignorada, rejeitada, e não ouvida e nem entendida. Ninguém quer saber.
Dá uma revolta, dá vontade de sair por aí e nunca mais voltar, vontade de ser aquelas filhas revoltadas, que simplismente não pedem, COMUNICAM. Que simplismente não se importam e nem querem nada.
Cansei, cansei de ser ingênua, comportada, estudiosa, responsável, sincera. Cansei de ser filha exemplar e nunca receber alguma retribuição por isso, cansei sempre de me preocupar com os outros e ngm se preocupar comigo, cansei de ser a filha que entende tudo, e ninguém procurar me entender! CANSEI
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Boa Noite a todos
Depois de alguns dias sem postar estou de volta. Finalmente a semana de provas chegou ao fim.
Final de semana passado fui à Santo Ângelo(minha cidade natal). A situação foi mais tensa do que eu pensei que iria ser. Eu mal consegui olhar para a cara da minha prima. Senti uma repugnancia uma coisa horrivel, mas bem, infelizmente foi ela quem quiz que isso acontecesse.
Mudando de assunto me sai melhor do que eu esperava no meu boletim. Fiquei feliz com isso.
"Sinto como se existisse um vazio dentro de mim, dentro da minha vida, do meu coração. Tento achar uma saída para conseguir preencher, mas não a encontro. Acho que pode ser a falta de algum sentimento, mas que sentimento? Onde posso encontrá-lo?
O vento gelado das manhãs sopram em direção a mim, minha mão como uma pedra, e o meu corpo trêmulo. Meus olhos vermelho e meus cabelos ao vento. Meu rosto abatido e minha vontade implícita. Minhas palavras rancorosas, meu estado parecendo irreversível.
Levanto-me todos os dias para cumprir minha inevitável rotina melancólica. Sento à mesa e como costume, pego minha xicara e bebo todo meu café quente, muito quente, o qual me aquece. Saio com uma direção, mas é como se aquela direção não fosse a certa, como se aquela rotina melancólia não fosse a minha real rotina. Afinal de contas, de onde veio toda essa melancolia que toma conta dos meus dias?
As manhãs geladas passam, as tardes desaparecem e minhas noites são consumidas pelo meu sono profunfo. Os dias passam e o vazio continua, a angustica aperta, e o sentimento de insuficiencia me deixa atordoada.
Dizem que devemos ir em busca daquilo que sonhamos, ir a luta por aquilo que desejamos, enfim aquilo que não temos e queremos, que nos faz falta. Penso nisso a todo o momento, mas não sei de que devo ir atraz, não sei pelo que devo lutar. Simplismente não sei o que falta.
Vou vivendo como posso, tentando suprir e sendo barrada, tentando sentir e sendo afastada, tentao viver em busca da descoberta daquilo que realmente me fará mais feliz."
É tudo tão complicado de entender, que a vontade se perde ao viver.
Depois de alguns dias sem postar estou de volta. Finalmente a semana de provas chegou ao fim.
Final de semana passado fui à Santo Ângelo(minha cidade natal). A situação foi mais tensa do que eu pensei que iria ser. Eu mal consegui olhar para a cara da minha prima. Senti uma repugnancia uma coisa horrivel, mas bem, infelizmente foi ela quem quiz que isso acontecesse.
Mudando de assunto me sai melhor do que eu esperava no meu boletim. Fiquei feliz com isso.
"Sinto como se existisse um vazio dentro de mim, dentro da minha vida, do meu coração. Tento achar uma saída para conseguir preencher, mas não a encontro. Acho que pode ser a falta de algum sentimento, mas que sentimento? Onde posso encontrá-lo?
O vento gelado das manhãs sopram em direção a mim, minha mão como uma pedra, e o meu corpo trêmulo. Meus olhos vermelho e meus cabelos ao vento. Meu rosto abatido e minha vontade implícita. Minhas palavras rancorosas, meu estado parecendo irreversível.
Levanto-me todos os dias para cumprir minha inevitável rotina melancólica. Sento à mesa e como costume, pego minha xicara e bebo todo meu café quente, muito quente, o qual me aquece. Saio com uma direção, mas é como se aquela direção não fosse a certa, como se aquela rotina melancólia não fosse a minha real rotina. Afinal de contas, de onde veio toda essa melancolia que toma conta dos meus dias?
As manhãs geladas passam, as tardes desaparecem e minhas noites são consumidas pelo meu sono profunfo. Os dias passam e o vazio continua, a angustica aperta, e o sentimento de insuficiencia me deixa atordoada.
Dizem que devemos ir em busca daquilo que sonhamos, ir a luta por aquilo que desejamos, enfim aquilo que não temos e queremos, que nos faz falta. Penso nisso a todo o momento, mas não sei de que devo ir atraz, não sei pelo que devo lutar. Simplismente não sei o que falta.
Vou vivendo como posso, tentando suprir e sendo barrada, tentando sentir e sendo afastada, tentao viver em busca da descoberta daquilo que realmente me fará mais feliz."
É tudo tão complicado de entender, que a vontade se perde ao viver.
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Quem sou eu
- Claudine Devicari
- Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brazil
- É claro que eu não sou a melhor pessoa do mundo, mas também não sou a pior. Defendo minhas opiniões, defendo tudo que é meu. Sou extremamente do clube dos intensos, ou é ou não é. Escrever pra mim é uma forma de eu rir, de eu chorar, é uma forma de expressão. Sou autêntica e dedicada. E para mim o que vale é ser feliz e aproveitar os momentos em que este belo universo nos proporciona, pois se estamos aqui é porque somos alguém e temos nossa missão. "Metamórfica como a lua. Enigmática como o espaço sideral. Extremista como os sentimentos. Vivendo em busca da felicidade constante, sem sofrimentos."