segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Vida, que vida, incerta, constante, futuro

"Vida incerta que bate, que passa
Cada palavra é um passo avançado
Atitudes tidas nem tão moderadas
Demarcam o teu espaço

Vida incerta que poucos entendem
Pessoas subjetivas caminham por ela
Talvez um tanto inexperientes
Tentam ser suficientemente belas

O tempo passa sem que possa notar
Os dias caminham pelo vento, ao ar
Os carros buzinam e pareço não escutar
O que quero tanto ouvir, ou poder falar.

Busca inconstante pelo futuro
Desejos as vezes obscuros
Os dias parecem escuros
Mas sei que há algo mais profundo"

"Teus princípios te constituem como pessoa, tuas qualidades te fazem crescer como ser humano, mas tuas virtudes é que te diferenciam de todos os demais."

quarta-feira, 1 de maio de 2013

"Já não sei por onde ando
Nem onde pretendo ir
Vagando pelas ruas, andando
Querendo somente sorrir

Todos os dias ao sol nascer
Carrego todos os sonhos dentro de mim
Esperando que algo bom possa florescer
Desejando que minhas angústias tenham fim

As incertezas me atormentam
As pessoas não enxergam mais
Tenho medo do que sustentam
É um egocentrismo exagerado demais

Tantas vidas, tantos corações
Mas e no interior?
Sera que no fundo são capazes de sentir emoções?
Que tenham menos rancor..."
Por mim, Claudine.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Anormalidades virando normalidades

Estranho pensar na sociedade moderna. Além de estranho, inconformável. Lendo "Férias" da Marian Keyes observei e caí em si perplexa com um absurda anormalidade que hoje é normalidade. Concordo que na sociedade moderna, muitas coisas mudaram pra melhor. Coisas do tipo a independência das mulheres, a questão do voto na política, a liberdade de expressão e etc. Porém existem coisas que ultrapassa dos entendimentos do ponto de vista da valorização da humanidade. Antigamente a questão vícios, drogas, depressões e esse tipo de doenças sérias que estão ligas a força de vontade e também a problemas psicológicos eram praticamente inexistentes, sendo totalmente anormais. Agora, as coisas mudaram. A coisa mais natural é qualquer pessoa por qualquer motivo tornar-se depressiva (digo qualquer motivo mesmo). A impressão que tenho é que as pessoas tem preguiça de serem felizes, preguiça de se valorizar e ir em busca dos seus objetivos, preguiça de levantar a cabeça e dizer: eu sou maior que uma tristeza. Eu tenho potencial para superar meus obstáculos. Eu gosto de mim e preciso me valorizar. Não. Ao invés de quererem a saúde, a felicidade trancam-se dentro de um quarto, se acham horríveis, tomam um kg de remédios fortíssimos por dia(que acabam deixando a pessoa meia tchuca) e acabam de afastando dos amigos, da família, do trabalho, da vida. O mais impressionante: hoje em dia é NORMAL. Como? Me diz, me dá argumentos, como pode ser normal alguém se deixar tomar de tristeza e se dopar todos os dias? Não consigo entender. Isso não pode ser normal. Problemas TODO MUNDO TEM, e cada um com seus motivos. Mas estes não são maiores do que uma vida, uma alegria, uma vontade de viver. Continuando meu raciocínio mas mudando um pouco de ponto... as drogas, os vícios...
Penso, reflito, analiso. Cada vez que entro em algum web site e vejo noticiários do tipo "Lindsay Lohan novamente é internada por ser encontrada com drogas" ou "Brytney Spears perde guarda dos filhos por ser considerada toxicômaca" entre tantas outras fico boquiaberta. A normalidade e a frequencia que este tipo de noticia acontece e absurda. Parece que virou moda se drogas e jogar a vida inteira fora depois de conquistar o sucesso(ou não). Essas celebridades não tem motivos pra isso e por isso odeio aqueles psicanalistas que dizem que quando as pessoas se drogam é por tal coisa ou outra. É até relevante um medingo, sem um lar, sem um alimento, sem apoio nenhum se drogue, afinal de contas ele não tem nada a perder ao contrário do outro tipo de gente. No livro em si, uma criatura acha absolutamente normal ser toxicômaca(ingerir substancias toxicas umas 2 ou 3 vezes na semana não faria tão mal, não acham?), e sobre tudo acha que loucos são os pais, os amigos, e os outros que consideram ela uma doente. Humanos, vocês são doentes de ingerir essas porcarias. E por terem probleminha aí sim, tornam-se gravemente doentes. Fico **** de verdade, não admito isso, não admito que seja normal. Não admito que seja moda. Não admito que ainda valorizem esses doentes.
Humanos tão poderosos, porque não dividem esse poder e ao invés de destruirem o mundo não aprendem a se constituir para levarem uma vida digna, se valorizando e sendo saudáveis?

"A destruição do mundo, está cada vez mais destruindo a vida da humanidade!"

SÓ UM PS: Podem me chamar de louca, é apenas uma reflexão cm audácia junto com fúria e indignação.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Férias e mais férias. Pelo fato das minhas férias estarem correndo em Porto Alegre e eu não ter nenhum tipo de ocupação específica fico alugando minha cabeça com várias coisas, umas boas e outras nem tanto. Acho que pior do que ter muita coisa pra fazer é não fazer nada, ainda mais nas férias. Deixa eu ver... meu pai morando em outra cidade, vindo só aos finais de semanas, minha mãe sai as 9 e chega as 19, meu namorando estudando pro vestibular, minhas amigas umas preguiçosas que dormem, e eu aqui. Acabo que fico pensando, pensando, pensando e pensando o dia todo. Penso em 2011, como será? Não quero estudar no meu colégio, só que a minha mãe já fez minha rematrícula. Várias amigas e professores queridos saíram de lá. Não tenho motivação pra querer ir pra escola. Além disso sei que com apenas o colégio eu não vou passar na UFRGS ou na UFPEL no vestibular de 2012. Eu quero muito isso, queria muito passar em 2012 por vários motivos. Primeiro que meu conceito aqui em casa aumentaria muito. Segundo que eu poderia ganhar uma recompensa boa por isso dos meus pais. Terceiro que eu não iria perder um ano inteirinho estudando um monte de coisas chatas que eu já aprendi. Mas então, pra isso acontecer eu precisaria fazer um cursinho pré vestibular à tarde, o que ocuparia muito minhas horas e me deixaria apenas com a noite livre para fazer tudo que eu tenho que fazer... Fico me perguntando se eu realmente daria conta. Se eu sou eficiente o suficiente pra isso e conseguiria atingir meus objetivos. É claro que se eu fizer cursinho a cobrança aqui de casa vai ser muto maior, pois vai ser um dinheirão por mês em estudos. Agora, imagina se eu faço e mesmo assim não passo? Aí vai ser pior ainda... Falando nisso eu ainda não sei o que fazer. Penso muito em odonto, mas não sei se tenho realmente vocação pra mexer com sangue e essas coisas todas. O problema é que não me passa nada além disso na cabeça, claro que tenho vontades meio bizarras mas impossíveis, do tipo "ser uma atriz da globo", risos. Sei que isso é muito impossível, meus aninhos de teatros não seriam capazes de me levar pra esse caminho, e eu também não faria teatro nem nada.
Sei que to falando coisas nada interessantes pra ninguém, mas como ando ficando muito sozinha precisava falar isso, nem que fosse pro meu blog. Também ando numa fase um pouco difícil, uma maré braba como se diz. Parece que todo mundo some da minha volta. Parece que Papai do céu resolveu dar um tempo de mim. Não sei se fiz alguma coisa, mas que eu saiba não. Ao contrário ando me mostrando muito prestativa e boa moça hehe. O fato é que to numa nostalgia, numa calmaria, mas não numa tranquilidade. Não é uma calmaria boa. é uma calmaria vazia e isso não é bom.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Classes e gorduras

Terça feira à noite eu estava assistindo A liga, na Band. Achei super interessante o tema abordado por eles, que falava um pouco sobre beleza, fama, aparência e influencias que isso causa.
Já havia pensado uma vez sobre uma coisa e até comentei com algumas pessoas. Hoje em dia a maioria das mulheres e, homens também, vivem reclamando da sua aparência e, geralmente a maior causadora dessas infinitas reclamações é a tal bendita gordura localizada incluindo celulites, barriguinhas de chop, flacidez etc e tal. Mas aí eu me pergunto: por que as pessoas possuem essas gordurinhas, barriguinhas, flacidez e celulites?
Analisando bem, o pobre não tem dinheiro pra comprar coca-cola, chocolates, pizzas, mcs entre outras tantas coisas boas. O pobre come arroz, feijão e toma água. Por isso ele não possui tantas gorduras. Eles não têm este benefício de comer aquelas coisas maravilhosas, saborosas e prazeirosas pra ter uma celulite. Aposto que preferiam ter celulites mas comer estas guloseimas.
Já a classe média baixa tem o benefício de comer, comer e comer, eles tem dinheiro pra isso. Chocolates, pizzas, mcs, cocas e um monte de delícias. Só um problema, eles comer e adoram, mas depois reclamam de seus corpos e não possuem tanto dinheiro assim pra fazer cirurgias e procedimentos que arranquem as imperfeições. Assim, ficam fofinhos e insatisfeitos.
Agora... eles.... os melhores.... os mais beneficiados.... os lindos.... os maravilhosos... A CLASSE MÉDIA ALTA OU RICOS, eles podem comer o que querem, beber o que querem, fazer o que querem, porque eles tem dinheiro pra arrumar o que querem e serem lindos como querem. É, feliz de quem pode.
A vida é realmente estranha. Uns tem tanto e podem tanto. Outros não tem nada e não podem nada. Uns esbajam, outros suplicam.
O fato é que quem tem não pode reclamar. Se é gordinho é por fartura. E, feliz de quem tem fartura...

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Janeiro tá quase aí

É, janeiro ta quase aí, mais um ano se passou, milhões de pessoas nasceram e milhões morreram. Foram milhares de sorrisos e litros de lágrimas que caíram. Foram festas e dias que se foram. Muito estudo e trabalho. Noites em claro em cima dos livros, vendo vídeos do Pc siqueira, filmes da Net, ficando horas no telefone com o namorado ou até mesmo noites em claro refletindo sobre o estranho enigma que se chama Vida.
Eis Vida, o que me trazes, pra onde me levas, o que me dizes...
Mas então, falando do Natal que ta próximo agora. Esse ano vou ter um Natal um pouco diferente dos de costumes. Geralmente passo o Natal com a minha pequena família ou passo um Natal a 3. Digo, eu minha mãe e meu pai. O Natal pra mim sempre foi uma das datas mais tristes, pois acho que nunca comemorei como se deveria. Se tu for perceber o Natal é uma data meio melancólica. Quando se liga a TV e oescuta as músicas que a Globo coloca e as demais emissoras tu sente uma extrema tristeza, as músicas são calmas, suaves, enfim, tristes. O Natal comemora o nascimento de Jesus, e geralmente num nascimento as pessoas estão alegres, mas acho que nunca foi meu caso. Mas nesse ano as coisas não vão ser iguais as dos outros. Como minha mãe e meu pai trabalham na véspera não teria como viajarmos para minha graciosa cidade natal, então, recebemos o convite do meu namorado e da família dele para passarmos esta data lá. E lá, diferente daqui e da casa dos meus parentes, fazem amigo secreto e toda uma função. Acho que vai ser até divertido, vai ir alem de comer um micro pedaço de chester(porque peru é seco demais) e um pedaço de chocottone(porque panettone é ruim) e estar dormindo na virada do dia 24 para 25.

Trocando de assunto, minhas férias já estão correndo a umas 3 semanas e eu estou ficando a pessoa mais preguiçosa, obesa e monótona do mundo. Tudo isso porque minhas amigas estão TODAS, sem exceção em recuperação e meu namorado ta estudando pro vestibular. Enfim, to sozinha nesta casa gigantesca. Sem praia, sem piscina, sem carinho, sem diversão :(
Quero entrar em 2011 com o pé direito e ver se esta situação muda. Agora, vou embora porque só escrevi bobagens.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Situação precária - transportes públicos

Faz um tempão que eu não venho aqui falar bobagens (que talvez não sejam tão bobagens assim) mas enfim, hoje vou comentar sobre algumas situações.

Algum dia desses muito quentes aqui na capital, após um dia inteiro de gravações do curta metragem, tive que ir para a casa de uma amiga terminar umas narrações.

Saímos do colégio, descemos a Luis de Camões (uma das lombas maiores e mais cansativas de Porto Alegre, acredite), e fomos até a bendita parada da Avenida Bento Gonçalves. Eram aproximadamente cinco e meia da tarde. Dá para imaginar. Aquele povo, suando, com a roupa grudada no corpo, o desodorante que teria sido ou não colocado lá pelas sete da manhã já estava totalmente vencido, sem falar na cara de desânimo e mau humor das pessoas que precisam enfrentar transportes públicos na capital nesse horário. Horrível. Não pode existir outra descrição. Esperamos uns sete minutos pelo ônibus, Santa Maria. Entramos no maldito. Depois de muito sacrifício consegui passar na roleta (era impossível de passar pois não tinha espaço algum do outro lado). Foi instantâneo, passei e não respirei mais. Um empurra empurra, um cara quase arrancando minha bolsa transversal, outro com o braço no meu nariz (que estava com certeza mais limpo que o próprio braço do cidadão), uma mulher com uma cara de psicopata me encarando. Eu trocava olhares desesperados com as minhas duas amigas. Estávamos as três numa situação desesperadora, num aperto. Percorremos todo o trajeto na mesma situação, em pé, sendo esmagadas, quase atropeladas e ainda sendo olhadas com olhares diabólicos. Depois de uns 10 minutos desembarcamos finalmente e saímos daquela situação, vivas.
Fico imaginando, não querendo ser nojenta nem fresca, mas como sentem-se as pessoas que necessitam enfrentar essa situação nojenta e sufocante todos os dias? Onde esta a fiscalização disso? Não é possível que os órgãos públicos possam achar normal um a situação como essa. Claro que eles não devem nem saber que isso ocorre, porque não devem pegar ônibus todos os dias. É como a educação no Brasil. Os filhos e netos dos presidentes não estudam nas escolas públicas, e sim no exterior. Por quê? Com certeza, se a educação e o transporte público tivesses boas condições, estas pessoas "superiores" usufruiriam desses recursos.
Essa situação toda não é digna. Não pode ser. Os trabalhadores e os estudantes merecem situações humanas! É dever e direito dos cidadãos. É DEVER das autoridades públicas melhorarem estes recursos e tornarem digna a situação que enfrentam milhares e milhares de pessoas todos os dias na busca de uma vida melhor.

Quem sou eu

Minha foto
Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brazil
É claro que eu não sou a melhor pessoa do mundo, mas também não sou a pior. Defendo minhas opiniões, defendo tudo que é meu. Sou extremamente do clube dos intensos, ou é ou não é. Escrever pra mim é uma forma de eu rir, de eu chorar, é uma forma de expressão. Sou autêntica e dedicada. E para mim o que vale é ser feliz e aproveitar os momentos em que este belo universo nos proporciona, pois se estamos aqui é porque somos alguém e temos nossa missão. "Metamórfica como a lua. Enigmática como o espaço sideral. Extremista como os sentimentos. Vivendo em busca da felicidade constante, sem sofrimentos."