"O meu ser vem se degradando
Suavemente, a brisa me levando
Leve ao vento
Minha alma dilatando
Sem querer, sem ao menos ver
A vida infortúnia me empurrando
Pelos caminhos obscuros
Deste miserável mundo
Minha respiração já falha
Como a falta de ar de um balão
Murcho, frio, ao chão
Sem querer alguma explicação
As buzidas me empadecen
Vivo longe daqui
Meus olhos paralisados
Não querendo enchegar o que pertence à mim
As gotas que embaçam minha visão
Aquele líquido que vem do coração
Da angustia que mantem-me em uma prisão
Atormentada pela sufocação"

Nenhum comentário:
Postar um comentário