Boa noite a todos.
Primeiramente vou dizer que não postei ontem porque segunda feira a noite é dia de miniempresa, e como costumo postar a noite ficou difícil, cheguei tarde, aí até janta, tomar banho, organizar-se dificultou.
Segunda e terça feiras sempre são dias bastante cheios pra mim, terça o teatro ocupa minha tarde, mas como pra mim fazer teatro é uma forma de me libertar, me expressar, "sair de mim", é extremamende prazeiroso, por mais que o cansaço encomode e a correria de ir almoçar em casa e voltar correndo seja cansativa.
Sempre que gostamos realmente de alguma coisa, temos que enfrentar algumas dificuldades para conseguir-mos cumprilá e fazer com que possamos ter uma boa dedicação, e quando se ama o que faz, não achamos nada difícil.
Bom, até agora só falei coisas inuteis, enfim, vamos tratar de falar sobre um assunto interessante. Decidi abordar este assunto que vou falar agora, pelo fato de ter sito um dos pontos trabalhados na aula de Sociologia, como "A crise ética do mundo contemporâneo", e me chamou bastante atenção. O ponto foi "Geração da afetividade e relacionamentos solitário e descompromissado".
Hoje em dia é normal você perguntar para uma pessoa qual o estado civil, e ela olhar com uma cara meio "safada" e dizer, estou ficando.
Aí eu pergunto: porque ficar? No meu comentário de participação da aula levei em consideração a falta de tempo das pessoas. Cada vez mais a competitividade do mundo lá fora é mais acirrada. Seja tanto em estudos quanto em trabalho. E isto esta obsecando as pessoas. Todo mundo quer ter uma vida instavel, podendo usufruir de um lazer confortave e tendo boas condições de vida, e pra isso é preciso estudar muito para no futuro conseguir um bom emprego.
A vida da maioria dos jovens já esta praticamente planejada em suas cabeças. Planejadas porque todos querem ser realizados com um com trabalho, e por isto seu planejamento é: Cumprir os anos escolares, passar no vestibular, fazer a faculdade, acabando a faculdade fazer especializações(mestrado, pós, doutourado) e aí vai. Ou seja, se você quer ser realizado profissionalmente nunca vai parar de estudar pela competitividade. Se você parar e tiver um mais qualificado, toma seu lugar.
Por que de toda essa abordagem? Bom, tanto na juventude quanto na vida adulta( a qual é mais complexa ainda pela dupla jornada, ou tripla, quando se é mãe) as pessoas tem cada vez menos tempo, e isso acarreta uma série de problemas e um deles, é a falta de relacionamento com as pessoas.
No filme "O Diabo Veste Prada", um empregado da empresa da revista diz: Quando você esta realizado profissionalmente, sua vida pessoal vai por água a baixo. Esta afirmação pode ser um pouco equivocada, mas tem seu lado verdadeiro.
Ninguém consegue ser perfeito e administrar tudo da melhor maneira possivel, com a loucura do dia a dia, e a rotina e os problemas que vão tomando conta da gente. E é por isso que muitas pessoas preferem se dedicar com mais intensidade a vida profissional, para no futuro terem estabilidades, e acabam deixando de lado a vida amorosa, não tendo relacionamentos fixos, ou bem construídos.
As pessoas precisam saber conciliar com métodos e diálogo tanto sua vida profissional quanto amorosa, pois estabilidade economica e social são importantes e necessarios, mas amor, afeto, carinho e principalmente relacionamentos que nos proporcionem de certa forma felicidade são os que muitas vezes nos motivam e dão forças para que possamos continuar, lutando por nossos objetivos.
terça-feira, 4 de maio de 2010
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Quem sou eu
- Claudine Devicari
- Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brazil
- É claro que eu não sou a melhor pessoa do mundo, mas também não sou a pior. Defendo minhas opiniões, defendo tudo que é meu. Sou extremamente do clube dos intensos, ou é ou não é. Escrever pra mim é uma forma de eu rir, de eu chorar, é uma forma de expressão. Sou autêntica e dedicada. E para mim o que vale é ser feliz e aproveitar os momentos em que este belo universo nos proporciona, pois se estamos aqui é porque somos alguém e temos nossa missão. "Metamórfica como a lua. Enigmática como o espaço sideral. Extremista como os sentimentos. Vivendo em busca da felicidade constante, sem sofrimentos."
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